8 de set. de 2009

Crítica - A Orfã

Olá pessoas...

Neste fim de semana, após quase um mês direto no serviço, consegui ir ao cinema para assistir A Orfã.

Trailer:



Pois é...

Assinado pelo diretor Catalão Jaume Collet-Serra, o filme "A Orfã" trás de volta aos cinemas o suspense puro, sem nenhum fantasma ou qualquer coisa parecida com o mundo sobrenatural.
Na história, um casal que não consegue superar a morte de seu terceiro filho (ainda bebê) resolve adotar uma criança mais velha para, como diria a mãe, dividir o amor que tinha com a nova criança.
Então vão até um orfanato de meninas e lá encontram Esther, uma jovem russa que mostra grande afeto por ambos e uma educação exemplar.

O filme roda entorno ao núcleo familiar, mostrando a dificuldade de uma nova pessoa na família, a aceitação dos filhos mais velhos e o tratamento com os pais.
Até ai tudo bem, a trama se desenrola muito bem, podendo até relembrar outros filmes como "A mão que balança o berço." e até o "Anjo Malvado" (um dos únicos filmes com Macolin Calkin, se é assim que se escreve, sério).

Um grande filme, mostrando o que a mente de Esther pode ser capaz de fazer, desde atos que uma garota mal compreendida faz, até uma assassina sádica poderia fazer, porém existe um grande erro nesta história.

Chegando perto do fim, faltando lá por uns 15 minutos, você tem a sensação de que, toda a trama formada, toda a história extremamente lapidada até agora tinha que acabar. O diretor e o roterista precisava acabar, não importava como.

Todo trabalho do filme vai por água abaixo no melhor estilo de "300", fica extremamente hollywood...

Quem tiver interesse em assistir, o filme vale a pena, mas não se surpreendam com o fim e por favor, não lancem pipoca na tela (coisa que eu tive vontade de fazer)...

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